Basquete de Rua na tela da PUC TV.
No próximo domingo dia 26 a equipe da PUC TV estará visitando o Encontro de Basqueteiros de Rua realizado pela CUFA-MG.A TV estará fazendo matéria para o programa Esporte Gerais e para o jornal da PUC . O programa é exibido pelo canal 12 da NET e retransmitido pela TV Horizonte canal 19 UHF.
A idéia da é mostrar esta nova modalidade de esporte urbano que traz além do esporte muita interação, lazer e responsabilidade social e que esta atualmente mexendo com os jovens das comunidades populares da região Metropolitana de BH.As gravações acontecerão na Escola Estadual Dr. Aurino Morais, Rua: Domínio Gabriel De Vasconcelos , 230, Vale Do Jatobá .apartir das 11:00 horas do dia 26 de abril. No próximo domingo dia 26 a equipe da PUC TV estará visitando o Encontro de Basqueteiros de Rua realizado pela CUFA-MG.A TV estará fazendo matéria para o programa Esporte Gerais e para o jornal da PUC . O programa é exibido pelo canal 12 da NET e retransmitido pela TV Horizonte canal 19 UHF.
A idéia da é mostrar esta nova modalidade de esporte urbano que traz além do esporte muita interação, lazer e responsabilidade social e que esta atualmente mexendo com os jovens das comunidades populares da região Metropolitana de BH.As gravações acontecerão na Escola Estadual Dr. Aurino Morais, Rua: Domínio Gabriel De Vasconcelos , 230, Vale Do Jatobá .apartir das 11:00 horas do dia 26 de abril.
sábado, 25 de abril de 2009
O que é a CUFA ?
A Central Única das Favelas é uma organização nacional que surgiu através de reuniões de jovens de várias favelas do Rio de Janeiro – geralmente negros – que buscavam espaço na cidade para expressar suas atitudes, questionamentos ou simplesmente sua vontade de viver. Estes jovens, em sua maioria, pertenciam ao movimento hip hop ou por ele eram orientados. A partir das reuniões, descobriram que juntos poderiam sonhar mais e se organizaram em torno de um ideal: transformar as favelas, seus talentos e potenciais diante de uma sociedade onde os preconceitos de cor, de classe social e de origem ainda não foram superados. Assim, fundaram a CUFA, cuja manifestação cultural é o hip hop, mas que busca ampliar e atingir outras formas de expressões, conscientizando e elevando a auto-estima das camadas não privilegiadas, por meio de uma linguagem própria.
Desde 1998, a CUFA funciona como um pólo de produção cultural e através de parcerias, apoios e patrocínios forma e informa jovens de comunidades, oferecendo perspectivas de inclusão social. Promove atividades nas áreas da educação, lazer, esportes, cultura e cidadania – contribuindo para o desenvolvimento humano – e trabalha inicialmente com oito elementos do hip hop: graffiti (movimento organizado nas artes plásticas em que o artista aproveita espaços públicos, criando uma nova identidade visual em territórios urbanos); DJ (artista que alia a técnica à performance, utilizando pick-ups e discos de vinil); break (estilo de dança de rua originário do movimento hip hop); RAP (‘ritmo e poesia’, estilo musical culturalmente herdado das populações latinas e negras e cujas letras retratam o cotidiano das periferias); audiovisual (valorização da imagem como instrumento de mobilização social); basquete de rua (esporte oficialmente embalado pelo rap); literatura (onde os jovens expressam sua arte e suas vivências através da escrita e obtêm conhecimentos relativos às obras ou aos escritores literários) e projetos sociais (conjunto de ações que busca por uma transformação social a partir das comunidades). Além disso, promove, produz, distribui e veicula a cultura hip hop através de publicações, discos, vídeos, programas de rádio, shows, concursos, festivais de música, cinema, oficinas de arte, exposições, debates, seminários e outros meios.
A CUFA, ao longo destes anos, tornou-se um referencial para as comunidades e possui hoje bases de trabalho em vários estados do Brasil, como Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso e Bahia. No Rio de Janeiro, temos núcleos de trabalho na Cidade de Deus (Jacarepaguá), Complexo Acari, Jardim Nova Era (Nova Iguaçu), Jacarezinho e Pedra do Sapo, para citar algumas.
Desde 1998, a CUFA funciona como um pólo de produção cultural e através de parcerias, apoios e patrocínios forma e informa jovens de comunidades, oferecendo perspectivas de inclusão social. Promove atividades nas áreas da educação, lazer, esportes, cultura e cidadania – contribuindo para o desenvolvimento humano – e trabalha inicialmente com oito elementos do hip hop: graffiti (movimento organizado nas artes plásticas em que o artista aproveita espaços públicos, criando uma nova identidade visual em territórios urbanos); DJ (artista que alia a técnica à performance, utilizando pick-ups e discos de vinil); break (estilo de dança de rua originário do movimento hip hop); RAP (‘ritmo e poesia’, estilo musical culturalmente herdado das populações latinas e negras e cujas letras retratam o cotidiano das periferias); audiovisual (valorização da imagem como instrumento de mobilização social); basquete de rua (esporte oficialmente embalado pelo rap); literatura (onde os jovens expressam sua arte e suas vivências através da escrita e obtêm conhecimentos relativos às obras ou aos escritores literários) e projetos sociais (conjunto de ações que busca por uma transformação social a partir das comunidades). Além disso, promove, produz, distribui e veicula a cultura hip hop através de publicações, discos, vídeos, programas de rádio, shows, concursos, festivais de música, cinema, oficinas de arte, exposições, debates, seminários e outros meios.
A CUFA, ao longo destes anos, tornou-se um referencial para as comunidades e possui hoje bases de trabalho em vários estados do Brasil, como Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso e Bahia. No Rio de Janeiro, temos núcleos de trabalho na Cidade de Deus (Jacarepaguá), Complexo Acari, Jardim Nova Era (Nova Iguaçu), Jacarezinho e Pedra do Sapo, para citar algumas.
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